Morte de médica em unidade de saúde de BH gera comoção e indignação entre profissionais da saúde

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Maicon Tavares

A trágica morte da médica Maggy Lopes da Costa, vítima de uma parada cardiorrespiratória enquanto trabalhava no Centro de Saúde Ventosa, no bairro Jardim América, em Belo Horizonte, gerou forte comoção e revolta entre colegas de profissão e a comunidade médica.

A profissional, que atuava na linha de frente do atendimento, foi mais uma vítima das difíceis condições enfrentadas por trabalhadores da saúde, frequentemente submetidos a situações de estresse, violência e falta de estrutura adequada.

A notícia provocou forte repercussão nas redes sociais. A médica radio-oncologista e pastora evangélica do Norte de Minas, Dra. Laís Santiago, foi uma das vozes que se levantaram em defesa da categoria. Em publicação feita em seus perfis, ela demonstrou profunda indignação diante do ocorrido e destacou a importância de respeitar e proteger os profissionais da saúde.

“É inadmissível que aqueles que se dedicam a salvar vidas tenham suas próprias vidas ceifadas. Todo profissional da saúde merece ser tratado com dignidade, segurança e respeito”, escreveu a médica.

Dra. Laís também lamentou a crescente onda de violência e desvalorização enfrentada por médicos e demais trabalhadores da saúde pública no Brasil. Segundo ela, episódios como o da morte de Maggy refletem uma realidade alarmante e exigem ações urgentes das autoridades.

Colegas e pacientes prestam homenagens à memória da profissional, reconhecida por sua dedicação ao cuidado com a população.

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